É um acinte a desfaçatez e o desprezo desses sociólogos do Viva Rio que se acham autorizados a sair por aí “dando consciência” ao povo brasileiro, chamando-o de incapazes, machistas, autoritários, inseguros e ainda por cima, criminosos.
Viva Rio: machismo é a causa da violência
por Editoria MSM em 22 de agosto de 2005
Resumo: O sociologismo barato parece ser a principal arma publicitária dos desarmamentistas do Viva Rio.
© 2005 MidiaSemMascara.org
O sociologismo barato parece ser a principal arma publicitária dos desarmamentistas do Viva Rio. O problema da violência, dizem, é essencialmente cultural. Observemos a declaração de Antonio Rangel Bandeira, coordenador de desarmamento do Viva Rio, no debate realizado pela TV Câmara em junho de 2005:
“Uma coisa é a campanha de entrega voluntária de armas. Ela não visa a baixar a criminalidade, o crime organizado. Ela visa acabar com o crime entre quatro paredes, que o machismo daqueles que defendem o uso de armas por homens, tende a ignorar”.
Agradecemos à explicação, pois se pensava que os criminosos iriam atender ao apelo emotivo, de coração mesmo, à “cultura da paz e não violência (sic)” do Viva Rio. E a sociedade que não sabia da existência de um tal grupo machista defensor do “uso de armas por homens”...
“Com relação ao desarmamento infantil, é mais que nada (sic) para dar consciência à criança, para criar-se um homem democrático, não esse homem machista, do Brasil rural, do Brasil conservador, do homem inseguro que precisa de uma arma para provar que é homem...”.
E os brasileiros acreditando que as maiores taxas de criminalidade eram as urbanas, devidas principalmente ao tráfico de drogas, incluindo-se aí as favelas do Rio! E que a insegurança devia-se à ineficácia da Segurança Pública e não à masculinidade! Mas, em boa hora, o sociólogo alerta que o problema vem do Brasil rural, conservador, machista e autoritário.
“É mais do que nada, um trabalho de persuasão para que as crianças realmente sejam cidadãos (sic) de uma sociedade democrática e não desse Brasil antigo em que o homem determinava tudo em casa, ‘Eu me armo, eu bato, eu prendo e arrebento’”.
Transparece na proposta abrangente do Viva Rio revolucionar esse Brasil antigo de novela de época onde o homem determina tudo em casa. Querem sim, criar um Brasil moderno, onde os sociólogos mandem em tudo, em casa, no trabalho, nas ruas, nas igrejas, nas creches, nas escolas, no governo, na polícia...
É um acinte a desfaçatez e o desprezo desses sociólogos do Viva Rio que se acham autorizados a sair por aí “dando consciência” ao povo brasileiro, chamando-o de incapazes, machistas, autoritários, inseguros e ainda por cima, criminosos. Ao que se saiba, essa lei serve para todos os brasileiros e não faz distinção aos virtuais machistas criminosos. E seguindo a tradição da sociologia esquerdista brasileira, colam a um suposto Brasil conservador todas essas coisas feias. Mas o Viva Rio quer acabar com isso, começando nos berçários e nas creches. Com apoio do Governo, da Fundação Ford e da Rede Globo, é claro!
Outra declaração do mesmo calibre dessa sociologia vulgar vem de Rubem Cesar Fernandes, em uma conferência no Banco Mundial, onde se encontraram representantes de diversos órgãos internacionais. Depois de décadas de análise psicológica, cultural e moral do povo brasileiro, de observações formais quanto à geometria do cano das armas e seu aspecto simbólico, juntou-as todas e divulgou o achado:
“Criamos uma campanha para ridicularizar armas como substitutos fálicos”.
Para quem não acredita, recomenda-se que se assista ao vídeo ou ao áudio, na posição em torno de 01:24:20.
Sobre o tráfico de drogas e a leniência do poder público como causas da violência, nada. É incrível o respeito à figura dos traficantes por essas bandas. Não se os responsabiliza, nem verbalmente. Não se pode responsabilizá-los. Estranho respeito!
Não se sabe o que os senhores do Viva Rio pensam sinceramente quanto à criminalidade organizada. O senhor William de Oliveira deve saber. Mas, é bem provável estes últimos adorarem o Viva Rio, essa iniciativa cidadã, de coração.
Fonte: Mídia Sem Máscara (2005), [link inativo: midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3998] - http://www.midiasemmascara.org
| |